Entrevista do Vice-Presidente do Instituto à Jovem Pan

 

Há algumas semanas o vice-presidente do Instituto Força Brasil, Otávio Fakhoury, deu uma entrevista à Jovem Pan sobre as censuras impostas aos conservadores e os meios de vencê-las.

Otávio explanou sobre o Silence Day, uma estratégia para contornar a crescente onda de censura nas redes sociais, desde o rompante da prática, iniciada com o banimento do então Presidente da maior nação do mundo, Donald Trump.

Mesmo que aparentemente controverso, o movimento de silenciar a si foi pensado para impactar os resultados financeiros das plataformas inquisitivas e mostrar quem são os “robôs” que as impulsionam.

Fakhoury destacou que até mesmo os internautas que não foram alvos da censura (ainda) sentiriam o vácuo abrupto de milhares de brasileiros que se cansaram de abaixar a cabeça para o politicamente correto e decidiram se manifestar.

Na sexta-feira de Silence Day houve inúmeras repercussões que desfavoreciam o governo federal sob a narrativa podre da mídia desesperada.
Para Fakhoury, todos os movimentos precisam de um “fail save”, no caso em questão não houve um planejamento certeiro e muitos conservadores romperam a proposta inicial a fim de mostrar a verdade sobre a crise no estado do Amazonas.

Engana-se quem pensa que há homogeneidade nas forças anti-conservadoras. Embora haja alinhamento na estratégia, sempre haverá interesses obtusos que divirjam entre as causas, como em qualquer relacionamento entre grupos humanos.
Fakhoury designa a falta de alinhamento entre as liderenças de direita como a causa principal da desigualdade política notável em comparação com a esquerda.
Há necessidade de conhecimento prático de como enfrentar o verdadeiro inimigo, como dirimir as divergências e diminuir o ego das lideranças.

O professor Olavo de Carvalho já cantou essa pedra há anos… Sem engajamento de forças, seremos massacrados. Mesmo assim, há ainda pessoas de direita que por 20% de discordância, negligenciam os 80% de total alinhamento.

Como muito bem alertado pelo professor e por Fakhoury, o número de perfis censurados pelo Twitter aumentaram exponencialmente e ontem o maior canal conservador da américa latina foi encerrado do Youtube, sem motivos específicos. O Terça Livre, que estava transmitindo seus programas pelo canal reserva, foi banido completamente da plataforma. Seu crime? Quatro horas de verdade por dia a mais de um milhão de seguidores.

Da mesma forma, a imprensa tenta deturpar a imagem de Otávio Fakhoury, ao relacioná-lo a “crimes”, como o grande financiador de projetos “antidemocráticos”.
O problema nunca foi o financiamento de algum projeto político de natureza privada, tampouco o conteúdo, mas a discordância com os poderosos progressistas cujo verdadeiro objetivo é ganhar dinheiro. Seja desmantelando países economicamente, ressignificando a religião, destruindo a família, ou no “melhor” dos casos, tudo isso ao mesmo tempo.

Aos incrédulos e desconfiados, os fatos nus e crus. Que vejam pelos próprios olhos como George Soros alimenta movimentos de esquerda em todo o mundo e questionem a si mesmos qual é a motivação.
Por que um empresário investiria seu dinheiro em projetos enviesados pela lógica socialista? O que ele ganha com isso?

Ele ganha o controle em sua forma mais intensa, conduzindo, feito o flautista que encantou os ratos no conto, ao penhasco de conflito entre a realidade e o que lhe é dito.
Ele controla a percepção sobre a realidade.

Bem como a criação da narrativa de disseminação de ódio e de fake news, o trabalho da imprensa em amplificar quão perigosas são as “tias do Zap”, o depoimento de deputados asquerosos em CPMI e um inquérito alienígena no STF são as provas mais factíveis da forma como eles agem.

O cancelamento e a censura não ficam pra trás, são apenas outros tentáculos do mesmo animal maligno.


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