Quando Bolsonaro tenta diminuir impostos sobre combustível, é acusado de não coletar dinheiro que poderia ser gasto com o povo, de tentar agradar caminhoneiros com ato populista e de atentar contra o meio-ambiente.
Se tentasse aumentá-los, seria acusado de encarecer o preço de toda cadeia de transportes e por consequência o valor de todos os produtos consumidos diariamente pela população.

Quando Bolsonaro dá liberdade de escolha quanto a vacinação e isolamento, é genocida.
Se Bolsonaro impedisse o comércio de funcionar e obrigasse as pessoas a se vacinarem, seria um autoritário.

Quando Bolsonaro alertou sobre a importância da economia ainda no início da pandemia, foi criticado por não pensar na vida humana.
Se Bolsonaro tivesse adotado as medidas econômicas mais assistencialistas (ainda), teria sido chamado de ingênuo e irresponsável.

Quando Bolsonaro pede por liberdade de expressão, é acusado de apoiar “atos antidemocráticos”.
Se Bolsonaro falasse sobre regulação dos meios de comunicação (como o Lula prometeu fazer), seria chamado de ditador.

Quando Bolsonaro cancela os gastos inúteis com a imprensa e busca medidas de diminuir o poderio e hegemonia das grandes emissoras, dando chance aos canais alternativos, é chamado de censor perigoso.
Se Bolsonaro injetasse dinheiro na mídia, como faziam os demais governos, seria considerado um populista manipulador.

Quando Bolsonaro cria medidas para desburocratizar e baratear o acesso a armas, é tido por sanguinário psicopata e violento.
Se Bolsonaro criasse medidas que inviabilizassem o acesso às armas, seria acusado de controlador maquiavélico.

Quando Bolsonaro leva uma facada em campanha para a presidência, a situação é considerada uma consequência de suas atitudes repreensíveis.

Quando o Brasil expressa sua contrariedade às atitudes completamente repreensíveis de parlamentares ou membros do STF- que deveriam estar a serviço do soberano povo-, a situação é considerada ato contra a democracia e um Crime Contra Segurança Nacional.

Não há razão na oposição, não há justiça no judiciário, não há mais decência profissional, não há mais senso de proporção.

A política, a cultura, a educação, a saúde e a mídia serão arenas de disputa entre conservadores e esquerdistas, enquanto ainda houver, pelo menos um cristão de verdade diante das ameaças do mal.

Comentário do Presidente Executivo do IFB Coronel Helcio B Almeida:
O STF segue fazendo escola em sua cruzada contra o Executivo Federal. O MP e a Justiça de 1ª Instância questionam o Presidente na substituição da Presidência da Petrobras.
Todos se acham no direito de interferir nas atribuições de JB.
Em todos estes atos, não se vê qualquer motivação justificável, senão uma visível perseguição política, que apenas confirma o ativismo preconceituoso e meramente eleitoral contra o sucesso do governo de Jair Bolsonaro.


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