A POLÊMICA DO TRATAMENTO PRECOCE, “SEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA”.

Desde o início da pandemia da peste chinesa, o tratamento precoce defendido pelo presidente Jair Bolsonaro vem sofrendo duras críticas da “grande mídia” que não cansa de afirmar que o tratamento precoce não possui comprovação científica, e sequer, publicação em jornais científicos sobre essa apliação.

São os defensores da “ciência” das vacinas a toque de caixa, e os mesmos que atacam o tratamento precoce, mais barato, para evitar que o paciente chegue até o hospital, principal argumento de defesa dos governadores e prefeitos adeptos ao “lockdown”, justamente para evitar a superlotação de leitos.

VERDADE DOS FATOS analisou uma publicação do jornal ESTADO DE MÍNAS, do último dia 04 de janeiro de 2021, onde ataca o presidente por ter publicado uma frase no twitter: “o tratamento precoce salva vidas”, que pode ser conferido no link a seguir:

https://twitter.com/jairbolsonaro/status/1346073487329423360?s=20

 

VERDADE DOS FATOS classificou a notícia publicada como “DISTORCIDA”, pois não condiz com a verdade do momento em que foi publicada. Também classificamos a mesma notícia como “IDEOLOGICAMENTE FALSA”, recebendo selo duplo.

 

A NARRATIVA

A tendenciosa publicação do jornal EM estampou em manchete que  ”Bolsonaro diz, sem comprovação, que 'tratamento precoce salva vidas'.

Diz a publicação:

https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2021/01/04/interna_politica,1225768/bolsonaro-diz-sem-comprovacao-que-tratamento-precoce-salva-vidas.shtml

“O tratamento precoce salva vidas”. Foi com essa frase, divulgada nas redes sociais, que Jair Bolsonaro (sem partido), presidente da República, iniciou a primeira segunda-feira (04/01) de 2021. A afirmação, contudo, não tem comprovação científica, como consta em documento da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).”

A construção da notícia foi com base em uma NOTA publicada pela SBI – Sociedade Brasileira de Infectologia, de 9 de dezembro de 2020, que disse:

“A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) não recomenda tratamento farmacológico precoce para COVID-19 com qualquer medicamento (cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina, nitazoxanida, corticoide, zinco, vitaminas, anticoagulante, ozônio por via retal, dióxido de cloro), porque os estudos clínicos randomizados com grupo controle existentes até o momento não mostraram benefício e, além disso, alguns destes medicamentos podem causar efeitos colaterais. Ou seja, não existe comprovação científica de que esses medicamentos sejam eficazes contra a COVD-19”, diz trecho da nota.

 

 

 

Na segunda imagem do comunicado da SBI é possível verificar que as fontes utilizadas são datadas de 02/12 e 04/12/2020.

https://infectologia.org.br/wp-content/uploads/2020/12/atualizacoes-e-recomendacoes-covid-19.pdf

A matéria então passa a infeliz imagem de que, mais uma vez, o presidente Bolsonaro defende um tratamento sem nenhuma publicação ou comprovação científica do uso do tratamento com HCQ AZY IVM e ZINCO, defendido desde o início da pandemia, como forma de evitar mortes e visitas a hospitais, teoricamente lotados, o que aumentaria o risco de contrair a peste.

VERDADE DOS FATOS desmonta mais uma farsa mentirosa da “grande mídia”.

 

A VERDADE

A checagem buscou, primeiramente, evidências científicas que defendem o tratamento precoce contra a preste chinesa.

É importante seguir a linha do tempo para entender a mentirosa publicação do Jornal ESTADO DE MINAS, demonstrando insensatez e irresponsabilidade, pois o tratamento precoce SALVA VIDAS, conforme afirmado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em 02 de janeiro de 2021, o site oficial do Governo Federal publicou a seguinte notícia:

“The American Journal of Medicine defende tratamento preventivo para COVID

Publicação do The American Journal of Medicine reforça como a medicina preventiva, defendida pelo governo brasileiro, pode evitar óbitos por Covid-19”

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/the-american-journal-of-medicine-defende-tratamento-preventivo-para-covid

 

“A notícia foi publicada com base em PROVA CIENTÍFICA após publicação de artigo científico em uma revista especializada, onde se chegou à conclusão que “através da medicina preventiva e tratamento precoce, é possível evitar o agravamento do quadro clínico dos pacientes e diminuir a quantidade de internações em hospitais, assim como a evolução dos pacientes para UTI. O artigo desta sexta feira,(01) reforça a importância do tratamento precoce, defendida pelo Governo Federal, como uma recomendação no combate ao coronavírus.”

Com base nessa publicação, Jair Bolsonaro, em 04/01/2021, publicou em sua conta no twitter que “Bolsonaro diz, sem comprovação, que 'tratamento precoce salva vidas', classificada como imprópria pelo jornal EM, ao afirmar o que foi dito “não tem comprovação científica, como consta em documento da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).”.

Porém, a publicação da SBI, conforme verificada em seu site, ocorreu em 9 de dezembro de 2020, ou seja, 23 dias antes de ser publicado estudo científico no The American Journal of Medicine, 02/01/2021, com o título traduzido: “Base fisiopatológica e justificativa para o tratamento precoce da infecção por SARS-CoV-2 (COVID-19) em pacientes externos”, conforme imagem e links a seguir para acesso à publicação científica:

https://www.sciencedirect.com/journal/the-american-journal-of-medicine/vol/134/issue/1

Link direto para download da publicação científica:

https://reader.elsevier.com/reader/sd/pii/S0002934320306732?token=F9C9FE4F9A56B6EFDB296FA630402ECD5CB51A413A20AE5175C4E72AEF310AEE28DC77810264B762FD5BDB7680ABAC1B

No artigo, que corrobora com o que defende o presidente Jair Bolsonaro  que “O tratamento precoce salva vidas”, destacam-se os seguintes trechos traduzidos:

“O HCQ foi aprovado pela Food and Drug Administration em 1955, tem sido usado por centenas de milhões de pessoas em todo o mundo desde então, é vendido sem receita em muitos países e tem um perfil de segurança bem caracterizado que não deve gerar alarmes indevidos. (...)

Tem sido comumente usado em estudos COVID-19, inicialmente com base em relatórios franceses que demonstram durações marcadamente reduzidas de disseminação viral, menos hospitalizações e combinação de mortalidade reduzida com HCQas em comparação com aqueles não tratados. (...)

As mesmas precauções de segurança para o HCQ podem ser estendidas à azitromicina com ou sem HCQ. Como o HCQ e a azitromicina têm riscos pequenos, mas potencialmente aditivos, de prolongamento do QTc, (...)

Um dos muitos esquemas de dosagem é 250 mg po bid por 5 dias e pode estender-se a 30 dias para sintomas persistentes ou evidência de superinfecção bacteriana".

O estudo apresentou um gráfico que descreve o que foi estudado:

 

Assim, percebe-se claramente a manipulação de informações pelo jornal ESTADO DE MINAS ao utilizar informações da SBI de 9 de dezembro de 2020, quando o presidente Jair Bolsonaro utilizou informações científicas publicadas em 02/01/2021.

Por tais razões, VERDADE DOS FATOS concede selo duplo ao jornal ESTADO DE MINAS: “NOTÍCIA DISTORCIDA E IDEOLOGICAMENTE FALSA”, gerando inverdades com dados que não condizem com a realidade fática apurada.

Portanto, a afirmação de Jair Bolsonaro que “O TRATAMENTO PRECOCE SALVA VIDAS” é VERDADEIRA e possui, desde 02/01/2021, comprovação científica devidamente publicada em jornal especializado.

 

 

 

 

 

 

 

 


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