Bem como num exorcismo, em que quanto mais o hospedeiro da entidade maligna grita e se contorce, mais eficaz está sendo seu expurgo, também o é na política.

Após a vitória dos candidatos alinhados a Bolsonaro para presidir a Câmara e o Senado, nota-se a crescente irritação da oposição e mídia.

Agora com a deputada federal Bia Kicis sendo cotada para presidir a principal comissão da Câmara dos Deputados, a CCJ, os demônios estão gritando mais forte ainda.

Bia Kicis foi procuradora do Distrito Federal por 24 anos. Inclusive, exercendo cargos em gabinete e corregedoria.
Logo, não há como refutar o fato da Deputada deter amplo conhecimento jurídico, além de experiência em gestão de pessoas e capacidade de dirimir conflitos com equidade e justiça.
Sobre a capacidade técnica que Bia tem para assumir o cargo, acrescenta-se que em 2019 ela foi primeira vice-presidente da CCJ para qual está cotada hoje como presidente.

Mesmo diante da verdade, a imprensa inventa narrativas e tenta desqualificá-la para o cargo. A mídia é tão baixa que chegou não só a comparar Bia Kicis com uma mulher odiada que participa de um reality show decadente, como disse que Bia era uma “vilã muito mais sinistra”.
A “matéria” do Globo é tão pobre em argumentos que chega a ser entediante contrapô-la.

“Sabem as fake news, aquelas notícias falsas, calúnias e ameaças que estão destruindo a democracia? Bia Kicis está sendo investigada no STF por elas.”

-> Sabem a narrativa estúpida criada para calar as críticas ao Maia, ao Alexandre de Moraes e a outros rejeitados pela população? Bia Kicis foi VÍTIMA das inquisições que sustentam esse abuso, mesmo tendo imunidade parlamentar.

No artigo 53, caput, da Constituição Federal: “Os deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”.
Imunidade que alcança qualquer tipo de manifestação de opinião ou crítica, in officio ou propter officium, dentro ou fora do plenário.
Bia não devia sofrer qualquer ameaça ou indenização, muito menos dos próprios “guardiões” da Constituição.

(A Polícia Federal já afirmou que não evidências de crime na investigação dos chamados "atos antidemocráticos").

“Sabem aquele negacionismo mais descerebrado e genocida, que recomenda cloroquina, ensina a não usar máscara e a furar quarentena? Ela, Bia.”

-> Sabem aquela defesa da liberdade de escolha dos cidadãos? Aquele luta pelos pequenos e médios empresários que sustentam boa parte do sistema econômico brasileiro? Ela. Bia.

“Escola sem Partido? Ela.”

-> Escola livre de doutrinação esquerdista parcial e mentirosa? Ela!

“Diminuir os fundos para ensino público? Ela.”

-> Ir contra a orientação do governo ao qual ela é aliada, demonstrando quão independente e fiel aos seus princípios, votando contra uma PEC que sob escudo de financiar a educação, tinha como propósito centralizar a educação no governo federal, com planos nacionais PERMANENTES? Ela!!

É um reducionismo barato afirmar que a deputada é a favor da diminuição de fundos para o ensino público. Ela foi contra a PEC do FUNDEB, foi contra a FORMA como foi estruturada e NÃO contra o seu CONTEÚDO ou contra a educação.

“Treta com a China? Ela.”

-> Treta com o país que não respeita os direitos humanos, não respeita a democracia, não respeita as liberdades de expressão e religiosa, não respeita a VIDA? Ela!!!

“Volta do voto impresso? Ela, sempre ela. Procurem saber.”

-> Voto impresso que permite a auditoria das eleições e com isso a garantia do processo eleitoral democrático? Ela, sempre ela! Procurem mesmo saber!

Bia Kicis só pode ser vista como vilã se for contra a impunidade, contra a incoerência e contra a injustiça.

Água benta e crucifixo para os padres exorcistas. Bia Kicis para o Bolsonaro na Câmara.


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