Hélcio Almeida

Presidente Executivo

Hélcio Almeida

Helcio Bruno de Almeida – Resumo biográfico

De 1957 a 1967 – a educação familiar e civil e a formação fundamental:
Nasci em Santa Maria, RS, em 27 de setembro de 1957.
Vivi 3 anos em Santa Maria, aí meu pai foi transferido para o CPOR de Porto Alegre, e, em seguida, em 1963, para o 17º BI, em Cruz Alta.
A minha educação básica foi a de uma típica família militar e católica. Somos de moral conservadora, e patriotas por convicção. Meus pais me ofereceram tudo o que um filho e cidadão poderia desejar: cuidado, disciplina, orientação e amor.

Em 1967 eu fiz o concurso para o Colégio Militar de Porto Alegre e fui aprovado (o único candidato do interior do RS que teve sucesso).
Apesar de nunca ter sido um estudante muito dedicado, meus colegas podem atestar, eu obtinha bons resultados, tendo alcançado o posto de Capitão Aluno no 2º para o 3º ano do 2º grau (era o 4º colocado da minha turma).
Ainda em 1974 meu pai foi transferido para o 57º BIMtz no Rio de Janeiro, e eu, ao final do ano, fui indicado, por méritos, e conclusão do 2º grau no CMPA, ao ingresso na Academia Militar das Agulhas Negras.
Cabe salientar que em 1973/74 fui jogador de futebol de salão do Grêmio FBPA. Uma lesão grave no joelho encerrou minha eventual carreira para o futebol de campo, para o qual havia recebido convite para migrar.

De 1975 a 2000 – a profissão militar, o casamento e a família:

De 75 a 78 fui cadete da Academia Militar das Agulhas Negras, sendo declarado aspirante da arma de Infantaria (4º de 114) em Dezembro de 1978.
Assinei o Livro de Honra, por não ter perdido um único ponto, ou seja, eu não faltei qualquer atividade escolar, nem mesmo justificada, ao longo dos 4 anos de curso (minha saúde era de “ferro”). Não sabia o que vinha a ser uma gripe ou tomar um remédio qualquer, apesar de ter sofrido algumas contusões, sem gravidade, e solução própria.
Minhas alterações mostram que eu fui o melhor atleta de esportes coletivos daquela geração. Conheci pouquíssimas derrotas. As Olimpíadas Acadêmicas eram super-intensas. Cheguei a disputar 4 finais no mesmo dia: futebol, basquete, handebol e vôlei. Desde o meu primeiro ano fui convocado para as seleções de futebol e de vôlei da AMAN, porém, por conta do meu joelho frágil, escolhi o vôlei.
Escolhi a arma de Infantaria, seguindo a opção de meu pai, e deixei a companhia de meus amigos mais próximos, que foram para a Cavalaria. A vida nos faz isto.
No 4º ano eu fiz o Curso Básico Paraquedista, dando lugar e início a minha vocação de militar combatente.
A AMAN é uma escola extraordinária e integrar a Turma Eurico Gaspar Dutra constituiu uma honra inestimável.

Em 1979 me apresentei como Aspirante a oficial no 1º BIMtz, Batalhão Sampaio. Ali aprendi o que é ser um tenente de infantaria, sob a orientação do então Cap Inf Álvaro de Sousa Pinheiro (Cmt de Companhia) e do Cel Nilton de Albuquerque Cerqueira (Cmt Btl).
Ainda em 1979 tive o privilégio de representar a equipe brasileira militar de vôlei no Campeonato Mundial Militar na Grécia. Esta foi a minha primeira viagem internacional.

Em 1980 fui matriculado no Curso de Ações de Comandos, junto de companheiros que se tornaram irmãos. Depois de ter comido o “pão que o diabo amassou”, e ter concluído o curso, imediatamente, fomos introduzidos no Curso de Forças Especiais. Tendo obtido aproveitamento nos dois Cursos, no final de 1980 fui classificado no então Destacamento de Forças Especiais – um sonho que se tornava realidade.

De 1980 a 1987 eu peregrinei nas Operações Especiais. Da Colina Longa ao Camboatá. Neste período eu fiz o Curso Básico de Salto Livre, o Avançado de Salto Livre e o Mestre de Saltos.

Em 1981 eu me casei com uma amiga de família (Zanferdini) e conhecida da Vila Militar em Deodoro, no Rio, a Cely. Ela se tornou mais que uma esposa, foi minha base para tudo.

Em 1983 fui aos Estados Unidos, no 7º Grupo de Forças Especiais, em Fort Bragg, na Carolina do Norte. Ali estive num intercâmbio de forças especiais. Uma experiência inesquecível e extraordinária.
Não posso deixar de mencionar a formação das primeiras turmas de Cabos e Soldados Comandos. Foram verdadeiras “missões impossíveis”, que realizamos juntos. Mas a maior delas foi não ter deixado ninguém para trás. Nos tornamos eternos companheiros e amigos.

Em 1988 eu fui cursar a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, na Vila Militar, no Rio.
Naquela altura, a Cely ía se tornando combatente de infantaria, paraquedista, comandos e forças especiais, e tivemos 2 (Bruno em 83 e Breno em 84) dos nossos 3 filhos (Pedro em 89). Morávamos em Vila Valqueire, num edifício perto da casa de meus pais, que foram incansáveis no nosso apoio. Sem eles eu não poderia ter sido nem um bom pai, e muito menos um bom profissional.
Durante a EsAO o meu filho mais velho, o Bruno, ficou gravemente enfermo. Sua vida ficou por menos de um fio. A vida cristã nos ajudou a superar os problemas e aflições. A cura do menino veio. A ajuda dos irmãos e amigos foram marcantes. No final fui o 3º colocado no Curso, e o melhor conceito. Não há como reclamar de nada, senão da prova de Defensiva, que me fez perder o 1º lugar do Curso.
O evangelho entrou em nossa vida familiar de modo avassalador. Tenho preparado um testemunho especial abordando a minha experiência cristã, para os interessados neste aspecto peculiar da minha vida, que foi decisivo para interromper prematuramente minha carreira militar e introduzir na vida missionária (quem desejar o Anexo envie um e-mail para helcioarca@gmail.com).

Em 1989 eu fui para o 26º BI Pqdt. Acabei passando o ano de 1989 no 26º BI Pqdt, sob o comando do Cel Pedro, e ao lado de bons companheiros, entre eles, os futuros Generais, Barcelos e Tomaz. Foi a única experiência em função administrativa na carreira. Fui o S4 do Batalhão.

Em 1990 eu voltei! De volta ao Camboatá e às Forças Especiais, que tanto amo, na condição de Oficial de Operações do Batalhão, sob o Cmdo do Cel Álvaro de Sousa Pinheiro.

De 90 a 91 estive na América Central, com a ONUCA. Minha área operacional foi a Nicarágua. Desde a chegada até a o dia da volta, foram situações inusitadas e inéditas, entre elas o resgate de mísseis antiaéreos, portáteis, na companhia de guias guerrilheiros. Eu fui o único observador militar nesta tarefa, que foi realizada com o apoio de helicóptero operado por tripulação brasileira.
Ainda em 91, ao regressar da missão na ONU, fui escolhido para integrar a equipe de segurança pessoal do Presidente da República, na época, o Presidente Collor. Uma comissão deste nível de confiança, é imperdível. Foram quase 7 anos na Presidência.
As experiências foram incríveis. Os riscos e as responsabilidade são altíssimos, onde até mesmo as tarefas simples são sensíveis. Não há dia fácil!
Tive a oportunidade de conhecer novos países. Aprendi a lidar com situações complexas, que exigem diplomacia e bom senso, e muitas vezes para acomodar interesses conflitantes, como as necessidades de segurança e as demandas da imprensa. Confiança, serenidade e credibilidade são essenciais no serviço presidencial.

Em 1998 fui transferido para o Centro de Inteligência do Exército, em minha derradeira comissão militar. Depois de uma experiência na Contra Inteligência fui incluído na Cota Compulsória, à pedido, em Fevereiro do ano 2000.

De 2000 a 2012 – a experiência missionária:

De 2000 a 2010 eu desenvolvi atividades missionárias na Amazônia e, em particular, na África, onde percorri 25 países e coordenei as atividades em mais de 40, sendo vários deles de maioria e governo islâmica.
A formação de operador de forças especiais acabou me favorecendo no princípio de multiplicação de forças, em particular no recrutamento e na formação de líderes locais.
Ao final do ano 2010, uma crise interna de natureza teológica, alcançou seu clímax, fracionou o movimento, provocou meu rompimento com os principais patrocinadores e a saída da estrutura religiosa que eu participava desde o ano de 1991.

Até 2012 eu atuei para proporcionar uma saída sem solução de continuidade nas comunidades que foram constituídas ao longo dos 10 anos de labor no Continente Africano. A amizade e o companheirismo permanecem até hoje.

De 2012 – a retomada da atividade profissional e o início na atuação geopolítica

Em 2012 retomei minha atividade profissional, como Consultor de Defesa e Segurança. Abri a HBA Consultoria e Assessoria Empresarial Ltda. Fui contratado para compor a equipe operacional do Projeto Brigada Braço Forte, tendo sido encarregado de propor soluções de Operações Especiais, Defesa Química Biológica Radiológica e Nuclear, Defesa contra Dispositivos Explosivos Improvisados e Operações Tipo Polícia.
Ao final do Projeto BBF fui contatado pela OAS Defesa para ser seu consultor na proposta técnica e comercial do Projeto Proteger do Exército, Sistema de Gerenciamento Amazônia Azul da Marinha e Projeto de Comando e Controle da FINEP.
Ainda em 2014 assinei contrato de Consultoria com o Grupo Berkana e a KGB Soluções.

Em 2015 fui contratado pelo Consórcio de TIC Modulo e Vert para ser seu consultor de Defesa e Segurança em diversas iniciativas no segmento, bem como renovei minha contratação junto a OAS Defesa. Também em 2015 constituímos uma parceria de Consultoria com um grupo de Consultores (Gen Sodre e Gen Peret), a L3H.

Em 2015 comecei a desenvolver um plano vocacionado a filantropia social, com a criação (na ocasião de modo informal, uma fase de estudos e experiências para implantação) do Instituto Força Brasil, junto com alguns amigos. O escopo do Instituto é o estudo e a proposta de soluções para os problemas sociais, econômicos e políticos do País.

Em 2016 a L3H foi contratada pela Rustcon Soluções em TIC e a Verint Sistems (soluções de inteligência).
No contexto familiar, meus 3 filhos se casaram, Bruno com a Lia, que nos deram 2 netinhos, o Davi Bruno e o Estevão, o Breno com a Karina e o Pedro com a Rafaela.
Em Agosto de 2016 recebi convite para ser candidato a Deputado Federal pelo Estado do Rio de Janeiro. A ideia de entrar na política, porém, se tornou apenas uma Consultoria.

Em 2017, em Brasília, criamos o Grupo JB18 para apoiar a candidatura Presidencial do então Dep Federal Jair Bolsonaro, que, por fim, foi bem sucedido em seu intento.

Em 2019 me tornei sócio da BHJ Consultoria, com atuação no segmento de Segurança Cibernética.
Ainda em 2019 a HBA Consultoria foi contratada pelo Consócio SAS Brasil / Grupo Sonda, para atuar na área de Inteligência Analítica.
Também em 2019, a Sociedade com a Peret Consultoria se tornou parceira da Diretoria de Análise de Políticas Públicas (DAPP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), para atuar como Consultores de Inteligência Corporativa, com atenção especial no Governo Federal e nas Estruturas Críticas do País.

Em 2020, o sonho da criação do Instituto Força Brasil (IFB), se tornou realidade, em meio à plena Pandemia do Covid 19. A partir de 10 de Outubro nosso Estatuto foi registrado e iniciamos a 1ª fase da implantação do IFB, com a posse da sua Diretoria e ocupação do Escritório inicial, em Brasília.
Força e fé!

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